Finanças

Na sua acepção moderna, o conceito de "finanças" nasceu nos anos 1950 e sua abordagem característica é normativa, isto é, um decisor, seja um investidor individual ou gerente empresarial, busca maximizar uma função-objetivo, seja em utilidade ou em retorno esperado, ou agregar valor para o acionista, para um dado preço de título obtido no mercado.

No nível microeconômico, as finanças são o estudo do planejamento financeiro, da gestão de ativos e da captação de fundos por empresas e instituições financeiras. O termo "finanças" pode, assim, incorporar o estudo do dinheiro e outros ativos; o gerenciamento e controle desses ativos ou recursos; e a análise e gerenciamento de riscos de projetos.

Com a economia em crise, inflação no maior nível desde 2004 e juros em alta, evitar o acúmulo de dívidas é necessário para a saúde financeira da família.

Como evitar essas dívidas? 

O primeiro passo é analisar de forma bem realista o orçamento mensal familiar e também o pessoal.

Verifique os gastos mensais, tais como aluguel, financiamentos, mensalidades. Calcule as receitas menos as despesas e veja qual é o saldo.

Se o saldo for positivo, o principal destino deve ser a aplicação em algum investimento. Ter uma reserva financeira para emergências é essencial para a garantia da tranquilidade das finanças da família, ainda mais em tempos de economia ruim.

Se o saldo for negativo, a meta deve ser pagar essa dívida ao menor custo possível, de preferência renegociando as dívidas.

Pior dívida é feita com gastos por impulso. Estar endividado não é um grande problema em si. O problema é o superendividamento, quando se compromete mais de 30% da renda com dívidas. Pior ainda quando esse endividamento ocorre pela compra de produtos consumíveis sem necessidade.

10 dicas para evitar as dívidas indesejadas

1.    Avalie a necessidade da compra
A compra que você está prestes a fazer é realmente necessária ou é apenas um impulso? Faça uma pausa para refletir antes de fechar a compra.

2.    Busque descontos
Verifique preços e produtos ou serviços alternativos usando a internet ou visitando lojas. Nas compras via internet, é preciso avaliar os fornecedores, prazo de entrega e qualidade dos produtos.

3.    Combata a compra por impulso
Saia de casa só com dinheiro vivo na carteira. Isso obrigará você a pensar se realmente precisa efetuar determinadas compras.

4.    Entenda as condições de pagamento
Opções de pagamento (preço à vista x financiamento), prestações fixas e taxas de financiamento devem ser analisadas cuidadosamente, para avaliar qual condição é a mais vantajosa para o seu caso.

5.    Economize nas contas de consumo
Avalie se há gastos desnecessários de água, energia elétrica, gás, internet, mensalidades de clubes etc. Se precisar, refaça os pacotes ou até mesmo promova cortes.

6.    Diminua os gastos com lazer
Diminua a frequência de passeios, baladas, cinemas e teatros. Busque lazer alternativo: reuniões de amigos em casa, passeios em parques, visitas a parentes no litoral e interior.

7.    Priorize o transporte público
Insira na rotina semanal o transporte público; isso permite economia de combustível, estacionamento e até de multas de trânsito.

8.    Diminua as refeições na rua
Diminua o número de refeições feitas em restaurantes. Leve comida, lanches e frutas de casa.

9.    Diminua os gastos com alimentação
Cerca de 25% do orçamento vai para gastos com alimentação. Use a criatividade para montar um cardápio atraente e nutritivo gastando pouco e evitando desperdícios.

10.    Otimize as roupas e calçados
Privilegie roupas e calçados versáteis que possam ser utilizados em diversas situações, em vez daqueles que serão usados poucas vezes.

Se você tem interesse nos cursos do INSTITUTO VALOR, entre em contato e solicite uma visita de um de nossas especialistas.